13 Fev 2017

Foi a primeira coisa que pensei quando vi a cara do velhinho, encarando a enorme subida da montanha, na imagem que ilustra esse artigo.

Depois de algum tempo, comecei a observar a situação com outros olhos, me coloquei na condição dele e percebi que o fato de ser um 'velho alpinista' confere à ele experiência e confiança necessárias para olhar para a montanha com uma intimidade que eu, daqui do conforto de meu escritório, nem me atrevo a imaginar.

Da mesma forma, diante de um obstáculo que se apresente "intransponível" para nós, não nos resta outra saída senão invocar nosso "alpinista interior", respirar fundo e dar o próximo passo.

É óbvio que você não deve sair correndo feito um cabrito montês, mas vai perceber ao longo do caminho que o desafio, na verdade, não era tão assustador assim.

Existem métodos, técnicas, dicas, exercícios e uma infinidade de tecnologias e informações da quais você pode lançar mão para lhe auxiliar na missão de transpor a sua montanha, seja ela acordar às 5 da manhã para dar uma volta no parque três vezes por semana ou publicar o livro de 300 páginas sobre o resultado do projeto de pesquisa encabeçado por você ao longo dos últimos 5 anos.

Para quem não tem a experiência que o velho alpinista demonstra na imagem, existem dois caminhos:

Encarar a montanha de peito aberto e partir para a jornada como um guerreiro medieval que avança em direção ao exército inimigo, gritando com a cara pintada e a espada em riste ou, o que é o ideal, contratar um guia local que conheça a montanha e possa lhe orientar durante todo o percurso, prevendo os obstáculos, checando os atalhos, evitando as armadilhas e olhando o horizonte para garantir que o mau tempo não vá lhes pegar desprevenidos. 

Dentro dessa analogia toda, a montanha é o seu livro, o guia é a Áttema, o intrépido viajante é você e o velho é o Seu Alcides. Gente boa! ;)

Entre em contato e vamos falar a respeito de seu projeto. Esse é o próximo passo!

19 Dez 2016

No ano em que completa quarenta anos de sua fundação, o Programa de Pós-graduação em Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, por meio de sua longa e frutífera parceria com a Áttema Editorial, disponibiliza seu novo site em plataforma responsiva e nos idiomas português, inglês e espanhol.

O novo site não atende apenas os requerimentos da Capes, mas procura ser mais informativo e útil para seus discentes e docentes, e também para interessados do Brasil e de outros países. O site disponibiliza as informações básicas sobre os cursos de mestrado e doutorado, docentes, disciplinas e estrutura do PPG, além de um banco de teses e publicações vinculadas, cadastro de egressos, agenda de eventos, dados históricos desde 1976 e notícias sobre suas atividades.

A Áttema Editorial tem o prazer e a honra de mais uma vez fazer parte desta realização e de seguir colaborando com sua manutenção e evolução dinâmica no futuro.

Parabéns PPG Eco/INPA pela nova vitrine e ferramenta.

05 Dez 2016

Uma nova forma de se relacionar com as pessoas, sejam elas físicas ou jurídicas.

01 Ago 2012

Toda publicação deve ser documentada para fins de catalogação em bibliotecas, livrarias e sistemas de indexação e distribuição.

Basicamente, essa documentação é feita por intermédio da Ficha Catalográfica e do ISBN.

A Ficha Catalográfica deve seguir padrões técnicos específicos e pode ser elaborada por um Bibliotecário habilitado. Para isso são necessários os dados informativos da publicação tais como número de páginas, ilustrações, reprodução da capa e das páginas iniciais.

O International Standard Book Number, mais conhecido pela sua sigla ISBN, é um sistema identificador único para livros e publicações não periódicas. O sistema serve para identificar numericamente um livro segundo seu título, autor, país (ou código de idioma) e a editora, individualizando inclusive edições diferentes. Uma vez fixada a identificação, ela só se aplica àquela obra e edição, não se repetindo jamais em outra. Utilizado também para identificar softwares e edições eletrônicas como o CD-Rom, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina barreiras linguísticas e facilita a sua circulação e comercialização.

No Brasil a Agência do ISBN fica na Fundação Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro (http://www.bn.br). Os formulários para solicitação do ISBN podem ser baixados no site e devem ser enviados pelo Correio. No prazo de 7 a 10 dias remetidos o Número ISBN e, se solicitado, o Código de Barras para aplicação na capa da publicação.

O número de ISBN deve ser atribuido a:
• Publicações impressas com no mínimo cinco (05) páginas além de softwares e livros eletrônicos;
• A cada volume com título independente;
• A cada um dos volumes que integrem uma obra com mais de um volume e ao conjunto completo da obra (coleção);
• A toda reedição.

Pela Lei do Livro, que institui a Política Nacional do Livro, é obrigatória a adoção do Número Internacional Padronizado, bem como a ficha de catalogação para publicação.

01 Ago 2012

Uma vez definido o Projeto Gráfico da publicação, o passo seguinte é preparar os originais a serem formatados. Especificamente em relação aos textos, a melhor forma de produzir o seu texto original é criar estilos dentro do Word e utilizá-los para todas as formatações definidas. Quanto mais estilos aplicados, tanto melhor!

Os arquivos devem ser encaminhados em formato de texto (DOC, TXT, RTF) e bem identificados em seus títulos.

A colocação de sublinhados, caixas de texto, negritos (bold), cores, tamanhos de fonte diferentes, alinhamentos, tabulações no início dos parágrafos etc., podem ser definidas na paleta de estilos do Word e, se corretamente aplicadas no momento da produção do texto original, facilitam na correta importação do texto para o software de diagramação.

O uso destes recursos era, até pouco tempo, desaconselhado por conta dos problemas advindos da incompatibilidade entre os programas de editoração. Com o avanço da tecnologia e a aproximação das linguagens entre as empresas que se destacam entre as fabricantes de software de edição esses recursos passaram a ser um fator importantíssimo no auxílio do trabalho de editoração eletrônica.

Todo esse trabalho de formatação inicial será aproveitado no processo de diagramação e a existência dessas pré-definições pode agilizar o processo e evitar inconsistências na diagramação.

01 Ago 2012

A Língua Portuguesa não é fácil. E nem todos temos o dom de escrever com clareza e estilo. Isso é a coisa mais normal do mundo afinal, escolhemos estudar as mais diversas coisas, e nem sempre estamos completamente aptos a produzir um texto livre de erros ortográficos e gramaticais.

Alguns tipos diferentes de revisão podem (e devem!) ser feitos em um texto a ser publicado.

Eis as principais:

• A Revisão Ortográfica e Gramatical, deve livrar o texto de erros de concordância nominal e verbal, acentuação, sintaxe, pontuação, grafia de palavras etc.

• A Revisão Normativa tem como função padronizar o texto quanto ao uso de abreviações, termos recorrentes, formatos de citações e destaque de trechos ou palavras.

• A Revisão Estilística não tem como objetivo livrar o texto de erros, mas sim torná-lo mais claro e de fácil entendimento através de melhoramentos na construção das frases, orações e períodos. Esse tipo de revisão, por mexer intimamente na estrutura do texto, deve ser feito por pessoas especializadas e acompanhado pelos autores do texto, a fim de detectar qualquer incorreção que possa ser inserida nesse processo.

• A Revisão Técnica do texto deve ser feitas pelos autores para verificar se no processo de diagramação do texto nenhum parágrafo, termo, figura ou qualquer outro elemento do texto foi suprimido ou colocado em lugar errado. Nessa revisão verifica-se se as legendas correspondem às fotos, se as hierarquias de títulos e subtítulos estão corretas etc.

As revisões Normativa e Estilística são fundamentais quando um livro e formado por vários capítulos escritos por diferentes autores. Elas garantem que o texto seja uniforme, reforçando o conjunto do livro como um todo.

O cuidado em prover o texto original de uma boa revisão qualifica o resultado final, conferindo a ele mais credibilidade. O ideal para essas revisões é a contratação de empresas ou profissionais da área de texto. Geralmente envia-se o texto por email e recebe-se o mesmo com as indicações de revisão e uma cópia com as revisões já aplicadas, pronta pra diagramação.

Outra dica importante caso não esteja previsto no recurso disponível para a publicação, a contratação de uma revisão profissional, é submeter os textos diagramados a pessoas da área focal do texto, que ainda não o conhecem. Isso porque, depois de um contato intenso com os originais, tendemos a não enxergar alguns erros. Em um contato inicial, esses erros ficam mais evidenciados e podem ser mais facilmente apontados.

01 Ago 2012

Em uma publicação impressa, a falta de qualidade das fotos ou imagens é um dos problemas mais comuns e que, muitas vezes, podem ser evitados facilmente, se prestarmos atenção a alguns poucos detalhes.

A obtenção de uma boa foto para uso editorial começa na configuração da máquina fotográfica, principalmente em relação a resolução. Uma das coisas mais comuns é recebermos fotos obtidas na internet ou captadas com baixa resoluçâo, o que inviabiliza a sua reprodução no material gráfico, em um tamanho desejável. Para nosso objetivo aqui, a conta a fazer é muito simples:

As imagens, para serem impressas com boa qualidade (sem pixelização), devem ter, simultaneamente, 300 dpi (ou ppp) e o tamanho em centímetros que se deseja imprimí-las na página. Por esse raciocínio, uma foto para a capa de livro no formato A4 deve ter, ao mesmo tempo, 300 dpi e 21 x 29,7 cm.

As câmeras digitais podem ser configuradas para fazer imagens em diferentes tamanhos e resoluções. De acordo com o uso que se fará das fotos, elas podem ser tiradas com 1.2 MegaPixel (para o caso de uso em midia digital) ou 8 MegaPixel (para o caso de um cartaz), por exemplo.

A tabela abaixo nos ajuda a ter uma idéia de quantos pixels e consequente tamanho de impressão (em 300 dpi), as imagens possuem quando produzidas em diferentes configurações em MegaPixels:

PADRÃO MEGAPIXELS RESOLUÇÃO (PX) TAMANHO (CM)*
VGA 0.307 640 x 480 5,4 x 4
NTSC 0.346 720 x 480 6 x 4
PAL 0.442 768 x 576 6,5 x 4,8
WVGA 0.410 854 x 480 7,2 x 4
SVGA 0.480 800 x 600 6,7 x 5
XGA (XVGA) 0.786 1024 x 768 8,7 x 6,5
HD 720 0.922 1280 x 720 10,8 x 6
WXGA 1.024 1280 x 800 10,8 x 6,7
SXGA 1.311 1280 x 1024 10,8 x 8,7
WXGA+ 1.296 1440 x 900 12,2 x 7,6
SXGA+ 1.470 1400 x 1050 11,85 x 8,9
WSXGA+ 1.764 1680 x 1050 14,2 x 8,9
UXGA 1.920 1600 x 1200 13,5 x 10
HD 1080 2.074 1920 x 1080 16,25 x 9,1
WUXGA 2.304 1920 x 1200 17,3 x 10,16
QXGA 3.146 2048 x 1536 17,3 x 13
WQXGA 4.096 2560 x 1600 21,7 x 13,5
QSXGA 5.243 2560 x 2048 21,7 x 17,3
WQSXGA 6.554 3200 x 2048 27 x 17,3
QUXGA 7.680 3200 x 2400 27 x 20,3
WQUXGA 9.216 3840 x 2400 32,5 x 20,3

* Tamanho da imagem impressa em qualidade fotográfica (300 DPI ou PPP - Pontos Por Polegada)

Outras coisas importantes como enquadramentos, posicionamento do objeto fotografado em relação à principal fonte de luz etc., devem também ser observados.

Esses cuidados garantem que tenhamos um material fotográfico de boa qualidade para uso em publicações. Muitas vezes não temos a oportunidade de refazer a foto daquele belo pássaro que pousou em nossa janela...

06 Out 2015

O cartão de visita é atualmente o objeto mais tangível da prática de networking. É o que se entrega e o que se recebe em um primeiro contato. Influencia e reforça as opiniões, além de deixar disponíveis informações para abordagens posteriores. 

Porém é importante e necessário entender o seu significado, modos, etiqueta e funcionalidade, afim de não criar um cartão de visita nauseabundo. Afinal esta será a primeira impressão causada por você, no recebedor do cartão.

É importante também, saber a utilização correta dos cartões de visita no dia-a-dia. 

O cartão de visita deve ser uma peça identificadora carregando alguns conteúdos primordiais: diz quem a pessoa é, o que faz, e como pode ser localizada.

Os seus cartões de visita devem comunicar mais do que apenas suas informações de contato. Alguns itens importantes devem ser observados na elaboração do seu cartão de visita. 

Imprima seus cartões em uma gráfica

Nenhum profissional de verdade, deve usar cartões impressos em casa, a não ser que seja um profissional do design e saiba muito bem o que está fazendo. Aqueles kits para impressão de cartão de visitas que estão à venda nas papelarias, servem para muitas coisas criativas, mas não para basear a primeira impressão profissional que você vai causar.

Um slogan ou resumo

Certifique-se de que seu cartão inclui uma tag line ou um slogan, resumo etc. que explique o que você faz. Evitando sempre os termos “proprietário” caso você seja o dono de alguma empresa, pois isso parece desmerecer quem recebe o cartão, ou então “certificado XYP-LEROLERO-A-NÃOSEIDEONDE”. Deixe os pormenores sobre sua formação, especialização ou certificação para seu portfólio/blog/site.

Momento adequado

Troque cartões de visita, no início da conversa. Não espere a pessoa entregar o dela. Se ela não lhe der ou não tiver um, mesmo assim entregue o seu, e tome nota dos seus dados, mas não use seus próprios cartões para isso. 

Leia o cartão

É muito chato quando damos um cartão, e a pessoa o enfia no bolso ou fica com ele na mão, sobrando, amassando, e logo depois nos pergunta “como é seu nome mesmo?”. Portanto não faça isso. Ao receber um cartão, leia-o. 

Formatos padrão

Use formatos padronizados de cartão. Cartões destacáveis, com encaixes, com abinhas pra puxar etc. podem ser legais para profissionais de design, e derivados. Em se tratando de profissionais de outra especialidade, evite. procure usar formatos mais comuns.

Suas informações completas

Seu cartão deve incluir seu nome completo, ou a forma pela qual você é conhecido no mercado em que atua. Ele deve trazer o nome da sua organização, (ou no caso de consultores e autônomos, apenas o nome), o endereço físico, telefone corporativo, fax (se for o caso), e-mail e URL do seu site. 

Também vale incluir um logotipo (clipart jamais!) frase ou slogan descrevendo sua atividade (ou seu diferencial) e o número do celular são adicionais bem-vindos. Considere com cuidado se deseja ir além disso, mas não corra o risco de um contato não conseguir encontrá-lo mesmo tendo o seu cartão, porque você não colocou informações suficientes. E evite imprimir dados básicos no verso do cartão, caso contrário uma parte delas perderá a efetividade no momento em que o cartão for arquivado em uma daquelas famosas pastas porta cartões.

Jamais rasure seu cartão

Confira cada texto ou número, acento e informações várias vezes. Evite imprimir cartões com erros principalmente ortográficos. E se alguma das informações mudar ou sair errado, imprima novos cartões imediatamente - nada de corrigir com caneta qualquer informação que mudar!

Salada de fontes e cores

Evite a qualquer custo, usar várias fontes diferentes (prefira as da mesma família e no máximo duas diferentes entre si), degradês incompreensíveis, todas as cores do arco-íris ou incluir um calendário no verso do cartão (afinal você não é o quitandeiro). Simplicidade é a chave, e idealmente deve haver espaço sobrando para que alguém possa fazer anotações no seu cartão sobre qualquer conversa ou outro dado sobre você.

Dê destaque para seu nome

O único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o seu nome é o logotipo da empresa. Evite colocar por exemplo, o endereço do seu site tão grande que seu nome desapareça.

Carregue-os com você

A famosa frase “estou sem cartões” demonstra pouco profissionalismo. Carregue sempre com você uma pequena quantidade de cartões para onde quer que vá. E em eventos, leve uma quantidade um pouco maior (cerca de 20 ou 30) pois nunca se sabe quando uma oportunidade de parceria, trabalho etc. pode surgir.

Anexe em formato digital

Se possível, anexe este mesmo cartão aos seus emails. Pra isso escaneie, ou mesmo guarde o formato digital do seu cartão no computador e utilize-o ao enviar emails. Mas lembre-se de que, caso seu cartão sofra mudanças, atualize seu arquivo digital. Crie a sua marca de todas as formas.

O que você pode escrever atrás do cartão

Para evitar que dados importantes se percam no verso do seu cartão, evite escrever (ou imprimir qualquer coisa) no verso do mesmo. Porém caso precise incluir um número de telefone especial que não está presente no cartão, faça-o no verso e na frente da pessoa que o está recebendo para que ela se lembre.

Um pouco de zelo é bem vindo

Jamais entregue um cartão amarrotado para alguém. Pior ainda: sujo ou “envelhecido” por estar jogado num canto da gaveta ou da carteira. Leve-os em um estojo rígido, assim não amassam e continuam impecáveis. É fácil encontrar porta-cartões em qualquer papelaria.

Texto extraído do blog de Flávia Jobstraibizer. 
Obrigado, Flávia! ;)

Últimos Tweets

attemaeditorial Lançado no último dia 19 o novo site do PPG Ecologia/INPA, que completa 40 anos em 2016. Saiba mais em goo.gl/IVJV0M

Quinta, 22 Dezembro 2016

Sobre nós

A Áttema Editorial :: Assessoria e Design é uma empresa com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de publicações impressas e eletrônicas.

Quem está conectado

Temos 25 visitantes e Nenhum membro online

Onde nos encontrar

  • Av. Pereira Barreto, 1.395
    13.o andar - sl. 132 - T. Norte 
    B. Paraíso - Santo André - SP
    CEP 09190-610
  • +51 11 2379.1511
  • +51 11 95017-3607 (whatsApp)
Back to Top